24 fevereiro 2009

A "Guerra" das coincidências

Carlos Guerra foi o homem que aprovou o projecto do Freeport. Este homem foi presidente do Instituto Conservação Natureza (ICN) entre 1998 e 2002 quando José Sócrates era Ministro do Ambiente.

Durante os governos PSD de Durão e Santana, Carlos Guerra foi consultor privado e logo após Sócrates ganhar as eleições em 2005, foi novamente nomeado, desta vez para Director Regional de Agricultura de Trás-os-Montes.

Desde 2008 desempenha as funções de Director do Gabinete de Planeamento e Políticas do Ministério da Agricultura, ou seja, decide os investimentos do ministério e dos subsídios do Quadro Comunitário de Apoio.

Guerra é irmão do procurador do processo Casa Pia, João Guerra e também de outro procurador ligado ao Caso Freeport, José Guerra.

Paula Rocha, estagiou no ICN quando Carlos Guerra era presidente e criou em 2002 uma empresa, e logo nesse ano foi contratada pela Smith & Pedro para elaborar um plano para o Freeport. Trabalhou ainda para a SAM (de Manuel Pedro) em estudos para projectos imobiliários.

Não tenho dúvidas nenhumas... isto são só coincidências...

5 comentários:

Anónimo disse...

Dias Loureiro é sócio de Jorge Coelho, amigo e antigo ministro de Cavaco Silva e seu concelheiro de estado. Foi administrador executivo do BPN. E depois?
Sá Noronha

Luis Melo disse...

Caro Sá Noronha,

Sim... e... ??

Que tem isso a haver com o caso Freeport de que falo neste post?

É por causa de pessoas assim que continua a haver corrupção em Portugal.

"Os do PS são corruptos? tá bem, mas os do PSD também são"... e é isto, tudo se resume a partidos.

Enfim...

AP disse...

Claro que são coincidências caro Luís! E poderes ocultos...

Anónimo disse...

E depois...?
Não estou a ver qual problema.
Existiu corrupção?
Troca de favores?
Jogo de influencias?
Se é grave deve ir para tribunal, se não é nada mais normal de acontecer nos meandros da politica partidária.
Ou é só porque se trata do PS?
Talvez seja...

Mario Kirchen

Luis Melo disse...

Caro Mário Kirchen, vou-lhe responder linha-a-linha:

Depois... nada, nada, desculpe.
Nem eu, não vejo problema nenhum.
Não ! Qual corrupção qual quê.
Não ! Nada disso, favcores nenhuns.
Não ! Isso das influências não existe.
Exacto, tudo normal. Portanto continuemos assim.
Repito, por resumirem tudo a partidos, é que isto está neste estado.
Talvez...