03 dezembro 2008

Ora nem mais

"...a via da contestação a Manuela Ferreira Leite tanto pode ser directa como indirecta: tanto há quem avance com a proposta, delirante e suicidária, da realização de um congresso extraordinário antes das eleições, como quem instigue uma aliança, diária e promíscua, de gente da maioria, gente da comunicação social e gente do próprio PSD, capaz de insinuar, de distorcer, de manipular tudo o que for preciso quanto ao que quer que MFL diga ou faça. O que é importante é alimentar a confusão e criar um ruído estridente em torno dela, de modo a impedir que a sua mensagem passe [...] a mesma gente se mostra capaz de tudo: é capaz de ir moendo e remoendo insinuações e remoques; é capaz de apostar sobretudo em desgastar incessantemente a imagem da presidente do PSD, interpretando os silêncios e as palavras, dela ou de terceiros, da maneira mais cavilosa; [...] se alguém, por hipótese um "notável" do partido, fala, é porque quer contestar a liderança, diga o que disser; se se mantém calado, é pela mesma razão..." Vasco Graça Moura in DN

1 comentário:

Ricardo Rocha disse...

Quando MFL fala, dá um tiro no seu próprio pé. Se está calada, não tem opinião ou consente.
O melhor é pedir a reforma para mimar os netinhos...